A mesma velha (e triste) história

Esta semana em que estamos recebendo os e-mails diários do Dialisson nos atualizando sobre os fatos em Santa Catarina, nos chegam as informações sobre outros desastres acontecidos em terras de além mar. Fico pensando, e me atrapalha pensar… na urgência da tarefa de preparar o OASIS para atender necessidades emergentes para situações emergentes. O primeiro passo está dado: uma rede de pessoas dispostas a agir imediatamente, com os recursos disponíveis, para transformar em espaços físicos saudáveis lugares que foram atingidos por alguma mazela social, econômica, ambiental.

Reconheço que diante do volume, do barulho, do ruído assombroso dos desastres dos quais estamos falando, tendo a reagir da forma que queremos combater, reafirmando as crenças sedimentadas: fugindo, desmaiando – reações biológicas naturais diante de situações de perigo.

Me manter conectada com a energia da proatividade, não perder o foco no que posso fazer agora, neste momento,é o meu desafio de hoje.

A junção dos relatos do Dialisson com as fotos dos estragos causados pelo tufão nas Filipinas me deixaram pensando muito sobre o que aconteceu com o projeto de lei para o novo código ambiental de Santa Catarina. Ao que parece não posso confiar apenas no bom senso humano: não somos sensatos! Não reconheceríamos a tal sustentabilidade nem que ela nos pisasse a cabeça… Eu tenho dificuldades de tomar decisões no hoje de forma a garantir que não me prejudique amanhã… é assim na educação da minha filha, e olha que estou aprendendo muito! Quero dizer com isso que apesar da palvra constar do dicionário a muito tempo, ainda estamos construindo em nós o sentido de seres sustentáveis. Enquanto isso vamos sofrendo as consequências da nossa “insustentável forma de ser”.

As imagens do Ondoy chegaram tão vívidas à minha tela de computador! E quase ao mesmo tempo que me chegaram os relatos do que aconteceu em Santa Catarina… Não posso evitar pensar que o mundo inteiro está irmanado nisso, e que o OASIS que construímos aqui pode ser uma resposta para todos os lugares.

A ponte que foi construídadurante o OASIS não caiu! Este é para mim um sinal poderoso de que estamos no caminho certo.

A maré de destruição - foto do site Big Picture

Onodoy 2

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