Uma boa mãe

Atualmente esse é o meu desafio: ser uma boa mãe. E ser uma boa mãe, definitivamente, me tornaria uma pessoa melhor.

A gente passa a vida inteira aprendendo a se defender… a se proteger. Quando o assunto é educar, não é diferente, e aqui a ferramenta máxima da educação (pelo menos era o que eu pensava) é o castigo… ou o prêmio.

Por diversos motivos, e incluo aqui a Comunicação Não-Violenta como a minha referência máxima, me desafio a encontrar outras respostas para o paradigma de como motivar uma criança a comer bem, a respeitar as pessoas, a não correr perigo.

Hoje tive um insight! Mesmo quando tudo parece ir mal, ou especialmente quando tudo parece ir mal, preciso ser uma boa mãe. O contrário não é uma boa opção: quando tudo vai mal, ser uma mãe ruim? Ou má? Imagine só: seu filho ou sua filha se recusa a comer, você tranca a criança no quarto… Seu filho ou sua filha joga alguma coisa no chão e quebra, você grita com a criança? E se o seu filho ou filha te bate? Você bate de volta?

Não… Acho que é melhor não.

Mas vamos dizer que eu siga por esse caminho, o de perseguir o objetivo de ser uma boa mãe. O que faço, o que uso como recurso nestas situações?

Ainda não tenho essa resposta.

Mas ter a pergunta, já me basta. Por hoje.

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