A terceira pessoa, uma história de vidas

Já vou avisando: se você está em busca de recomendações consistentes de cinema, de crítica sistemática, e conselhos entendidos… eu não sou a pessoa certa. Ainda hoje falei de um filme que gostei com o Liam Neeson e um amigo me perguntou: “Mas você gosta dele?” 

Minha resposta mais sincera: “Quando ele não está matando ninguém eu gosto!”

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Tudo isso é para dizer que o filme que assisti no final de semana e me emocionou se chama Terceira Pessoa, com o Liam Neeson e a deslumbrante Olivia Wilde. O filme conta três dramas em torno dos quais se desenrolam histórias que nada têm em comum e ao mesmo tempo apresentam muitas semelhanças.

Fala de relações falidas e de laços insipientes que podem ser suficientes para estruturar novas relações, ou pelo menos para servir de tábua de salvação. É possível sobreviver às grandes tragédias da vida, como perder um filho? Para mim o filme é sobre resiliência, e mostra algumas fórmulas que desenvolvemos para superar o insuperável, dores tão profundas que só de imaginar dilaceram a nossa alma.

Das histórias contadas, a mais atroz, a que mais dilacerou a minha alma é da Olivia Wilde. Ela me mostra, mais uma vez, o quanto a minha avó tinha razão quando repetia do alto da sua sabedoria o dito popular que conheço como ninguém:

Coração dos outros é hora que ninguém caminha.

*P.S. – As críticas do filme são péssimas… mas nunca dei a mínima pra elas mesmo.

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