Ao sabor do vento

Um grande amigo me escreveu hoje um e-mail que deixou meu pensamento embolado que nem bombril:

…some questions I was just discussing in another call.  When are collaborations distractions?  Many of us are so good at speaking of partnerships and collaborations and co-creation.  But is it really what we want?  How often is it really the case that we just need to be connected to each other because it helps us in mysterious and obvious ways to do the work that is ours to claim?

It seems to me that often when we say “we want to be in partnership,” it is code for saying “I’m doing this and I want your support.”  Collaboration often seems to be “let’s take all the pieces of what we’re doing and put them on the table and see if they rearrange in different ways.”  Co-creation is let’s leave all of our pieces behind and be in a conversation about what else what’s to arise.”  I think these distinctions are important.

Essas palavras ficaram ecoando dentro da minha cabeça… dentro do meu peito junto com a pergunta: o que eu quero?

Realizar coisas juntos é de uma beleza e energia gigantescas, já experimentei mais de uma vez e a sensação é sempre de um certo tipo de felicidade que faz a gente ter certeza de que tudo no mundo tem jeito e que não estamos sozinhos.

Fazer junto, co-criar, colaborar… Minha alma anda em devaneios do que anseio, meu coração tateando o que sinto, e a minha cabeça divagando: o que posso?

E essas são as perguntas que carrego a me queimar.

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