Aprendi o significado de uma palavra nova

Segundo a wikipedia: Uma emoção que ocorre nas situações onde algo obstrui o alcance de um almejo pessoal. Quanto mais importante for o objetivo, maior será a emoção. É comparável à raiva.

As fontes desta emoção podem ser internas ou externas. As fontes internas envolvem deficiências pessoais como falta de confiança ou medo de situações sociais que impedem uma pessoa de alcançar uma meta; causas externas , por outro lado, envolvem condições fora do controle da pessoa, tais como uma estrada bloqueada ou falta de dinheiro, por exemplo.
Em termos de psicologia, o comportamento passivo-agressivo é um método de lidar com esta emoção. Quando não funciona, outra “solução” comumente adotada é uma “regressão” (inconsciente, consciente ou simulacra) a um comportamento infantil e mimado, geralmente visando comover ou sensibilizar terceiros através de algum tipo de apelação emocional.

Se você já se sentiu assim alguma vez… o nome que se dá é frustração.
.

I see you

Fiquei triste com a notícia de que o Lula tem cancer…

Fiquei mais triste com as campanhas nas redes sociais: “Político tem que provar do seu próprio remédio”. Acho que esse humor cínico, à la CQC, não cai bem no ser humano.

Não importa em quem votei, quero continuar humana e capaz de respeitar a dor do outro. Quero continuar capaz de encontrar o ser humano que existe em mim. Acho que quando eu não for mais capaz de fazer isso, terei perdido uma parte importante de quem sou e de quem quero ser.

Acredito no direito de expressão e que não podemos nos calar perante as injustiças. Mas não confio que seremos capazes de mudar o mundo se não formos capazes de nos importar com outro ser humano. Qualquer ser humano.

Isso tudo me fez lembrar muito do filme avatar e da frase que os “azuis” – como diz a minha filha – usavam para se cumprimentar. I see you. Eu vejo você.

O que é preciso para nos vermos, uns aos outros, como seres humanos?

Para cada coisa uma explicação

Minha filha tem 3 anos e 10 meses. Hoje a caminho da escola ela iniciou este diálogo:

- Não quero ir para a escolinha hoje.

- Porque?

- Porque não.

- Porque não, não é resposta. Não explica o motivo pelo qual você não quer ir para a escola.

- Ah… é porque eu não estou com saudades dos meus coleguinhas… nem da tia Lena, nem da tia Daisy, e nem da tia Márcia.

- Ah… entendi, mas eu fiz um combinado na escola, que você iria para lá todos os dias.

- E porque tem que ir para a escola?

- Para aprender coisas, conhecer pessoas e ficar inteligente.

- Ah… Então eu não preciso ir… eu já sou inteligente.

 

Já sei que daqui a um ano ou dois… tenho que ter uma resposta bem melhor para me safar dessa!

 

As vitórias de uma pequena heroína

Cheguei em casa e encontrei a minha filha com um sorriso que ia de orelha a orelha.

Tenho um segredo para te contar ela disse: hoje eu nadei sem bo-ia! Fiquei super orgulhosa dela… e me vi mais coruja do que nunca. Incrível que ela já tenha suas próprias conquistas.

Ela contou essa novidade para todo mundo… e eu contei para as pessoas que ela esqueceu… Depois disso até eu preciso aprender a nadar!

Say something nice!

I just ran into the Improv everywhere missions in the internet, and I have to say I love it!

There is something about breaking the routine in public spaces… In my opinion it gets us individually, but also it connect us with each other and for a instant there is a “we” and it fulfills some essential and basic needs of human beings: connection, belonging, enjoying life… together!

So, basically thats why I loved these two “missions”.

Say something nice is just beautiful, I’d love to be there to say something, and I’d stay a while, just to listen to people. My favorite are the compliment to the lady with the umbrella, and the “happy birthday” which actually got a response.

Came on! Meeting Princess Leah in the subway would be soooo much fun! It would be hard though to let the soldiers to take her without a fight!

Have a nice day, have fun, and if you are in NYC look around for some action: http://improveverywhere.com/

Um fim de semana colorido

Entramos em setembro e o domingo exalava novos ares: ares de primavera.

Um dia iluminado, cheio de cores, e talvez isso nos tenha inspirado. Recebemos o Paulinho para almoçar, depois do almoço abrimos as caixas de tinta, recortamos papéis e velhas radiografia e produzimos as primeiras peças da estamparia Rocha Mafra!

Leandro (meu marido) é mesmo muito talentoso! Foi ele quem nos ensinou tudinho.

Adorei fazer isso e com certeza vou fazer de novo!